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sábado, 2 de janeiro de 2010

Confusão: David Quinlan perde seus músicos que agora atuam em banda própria


A saída não foi amistosa e ainda carece de esclarecimentos, mas o fato é que o guitarrista Roger Franco, o baterista Samuel de Oliveira, o tecladista Dan Marinho e o baixista André D’Ávila não fazem mais parte do ministério Paixão, Fogo e Glória (PFG), liderado por David Quinlan. Os músicos formaram uma banda em paralelo, sem o consentimento do cantor, e pretendem seguir carreira própria. Em tom de decepção e tristeza, Quinlan escreveu em seu blog todas as circunstâncias do rompimento e agora busca novos músicos para recompor a banda.

Por enquanto, o PFG cumpre a agenda de eventos com uma formação alternativa até que a situação seja resolvida. Há cerca de um ano, os quatro músicos planejavam, paralelamente ao trabalho com o PFG e sem o conhecimento de David Quinlan, a formação de uma nova banda voltada à execução de um rock mais pesado. O grupo só precisava de um vocalista para fechar a equipe. Eliah Oliver, ex-integrante da Khorus, foi convidado para assumir o posto.

Com isso, surgia oficialmente a banda Freedom, que já tem site (em construção), comunidade no Orkut e planos para o primeiro CD. Quinlan comentou em seu extenso post que ficou surpreendido ao tomar conhecimento da “nova” banda através da internet, alguns meses atrás. O texto de apresentação do grupo deixou o líder ainda mais chocado: “Os ex-integrantes do PFG deixaram o ministérioapoiados pelo próprio Pr. David Quinlan, que os abençoou e apoiou na nova fase”. Ele convocou os músicos para esclarecer a história e confirmou a intenção deles em formar uma banda de rock. Quinlan deu um ultimato para o grupo: ou o trabalho com o ministério PFG ou a banda Freedom.

Conforme explicou, uma banda paralela às atividades do PFG seria incompatível, e os músicos teriam de escolher o futuro a seguir. Após um tempo de reflexão, a escolha dos instrumentistas foi a de dar continuidade ao que já tinham começado: o projeto Freedom. O que poderia ter um final feliz, acabou da pior maneira. Os músicos condicionaram a saída do ministério à exigência de demissão, pois queriam receber todos os direitos trabalhistas legais. Quinlan não admitiu o acordo porque não havia nenhum interesse em demiti-los e, afinal, a decisão de abandonar o PFG era deles. Assim, foi criado um entrave no relacionamento que acabou por desmantelar os integrantes do PFG.

Segundo denuncia Quinlan, um advogado dos quatro músicos está requerendo do ministério direitos salariais e altos valores a título de indenização. Roger Franco, guitarrista, disse em nota que não há qualquer processo movido por eles contra David Quinlan. Por parte do PFG, um advogado já foi acionado para orientar as ações do líder do ministério. Mesmo que ainda não haja um processo formal aberto, a confusão está feita. Enquanto o caso não se resolve, os pagamentos do último mês trabalhado (novembro), das férias e da segunda parte do 13º salário aos músicos dissidentes estão suspensos. A nota publicada em 10 de dezembro no site pessoal de Roger Franco foi retirada do ar após David Quinlan postar, no dia 16, sua versão dos fatos.

A atitude foi irresponsável, pois com isso os músicos perdem a credibilidade nos argumentos e a oportunidade de relatar as divergências. O texto de Roger pouco explica ou esclarece (leia a íntegra abaixo). Contém, aliás, uma intimidação ao seu “empregador”: “Na realidade nada aconteceu, ainda”. Ou seja, a história continuará com novos desdobramentos, em mais um fato lamentável dentro da música gospel.

Nota de esclarecimento (divulgada no blog oficial de Roger Franco): Alguns dos nossos amigos estão nos questionando se saímos do PFG e se realmente estamos movendo um processo judicial milionário contra o David M. Quinlan (Paixão Fogo e Glória), nosso empregador… Por este motivo estamos aqui para esclarecer e logo darmos uma “satisfação” para vocês amigos que acompanham nosso trabalho e logo torcem por nós. Na realidade nada aconteceu, ainda. O David M. Quinlan simplesmente nos colocou na “geladeira”, por um motivo aparentemente simples mais questionável… “Queremos sonhar, crescer, e espalhar a palavra de Deus para quem realmente necessita dela”… E isso é normal. Não acham? Ficamos sabendo através do site do Paixão Fogo e Glória que não somos mais integrantes da sua banda e aí veio a surpresa!!!! - Como assim? Não fazemos mais parte? Estamos sem receber o salário de novembro (mês trabalhado) e ponto final. Até aqui esta é a única verdade. Somos funcionários do David M. Quinlan - PFG, logo, estamos a sua disposição, pois somos músicos e fazemos o que amamos. Precisamos trabalhar para arcar com nossas despensas e sustentar nossas famílias. Não existe processo contra ele movido por nenhum de nós quatro (Roger Franco, Dan Marinho, André Davila e Samuel de Oliveira). O que se espalha por aí não condiz com a verdade. O nosso único anseio é desenvolver o dom que Deus nos deu, através da música e abençoar vidas. Contamos com as orações de vocês… e temos a certeza de que Deus está no controle. Um grande abraço e fiquem na paz …. Belo Horizonte, 10 de dezembro de 2009.

4 palpites:

Anônimo disse...

Thanks :)
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Sebá Amorim disse...

Se não há um contrato que os impeça de montar uma banda paralela não vejo por que o David quilan proibi-los, se isso vai atrapalhar a agenda do ministerio, contrate outros musicos e desta vez faça um contra que preserve as nessecidades do ministerio musicos bons e criativos, não faltam no mercado gospel e deixem os caras livres para fazer o que eles quiserem pois liberdade é um direito!

Sebá Amorim disse...

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